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  • Revista Alagoana

Autor do documentário "A Braskem passou por aqui" sofre assalto e campanha pede ajuda financeira

Carlos Pronzato é escritor, cineasta, contista, poeta, documentarista, teatrólogo e ativista social.


Texto de Gabriely Castelo, com Tribuna Independente



O cineasta argentino Carlos Pronzato, sofreu um assalto na madrugada de sábado, 30 de julho, próximo a cidade baiana Vila do Conde. Ele se dirigia de Salvador a Maceió para o lançamento e debate do documentário sobre o vereador Renato Freitas no Cine Arte Pajuçara, quando cinco assaltantes armados, conduziram o veículo a um local desabitado e abordaram os passageiros.

No assalto, instrumentos de trabalho para a montagem e edição dos seus filmes foram roubados, um prejuízo calculado em R $5.117. A filmadora foi salva, escondida por Carlos durante o assalto.

O evento de lançamento do documentário, aconteceu sem a sua presença. A vinda para capital alagoana, também serve para dar continuidade ao projeto “JANGADEIROS ALAGOANOS, O QUE ORSON WELLES NÃO VIU”, sobre a heroica viagem de jangada de 4 pescadores entre Maceió e o Rio de Janeiro em 1922, para comemorar a Independência do Brasil.

Toda a solidariedade na recomposição do seu material será de grande importância para dar continuidade aos projetos em andamento e outros projetos futuros.

Segundo o presidente da Associação dos Empresários do Pinheiro Vítimas da Braskem, Alexandre Sampaio, a associação sempre esteve junto com o Carlos Pronzato e incentiva que se faça uma grande campanha para arrecadar os valores roubados.


"Vamos fazer uma campanha no grupo dos associados, nas redes sociais e com contatos pessoais. A Associação não tem recursos próprios para ajudar. Desse modo, será necessário fazer uma mobilização", explica o presidente.

Carlos Pronzato é escritor, cineasta, contista, poeta, documentarista, teatrólogo e ativista social. Dentre os mais de 80 documentários dirigidos por ele, se destacam: “Lama, o crime vale no Brasil, a tragédia de Brumadinho” (2019); “A Braskem passou por aqui: a catástrofe de Maceió” (2021).

O cineasta relatou que está tentando contato com a Polícia Civil da Bahia para localizar os assaltantes e tentar comprar o equipamento dos mesmos de volta, mas a comunicação se encontra quase impossível, pois não recebe respostas.

“Eu preciso urgentemente de um computador, para dar continuidade a esse material dos Jangadeiros Alagoanos aqui. Foi a primeira vez que isso me aconteceu em mais de quatro décadas circulando pelo continente, espero que isso não me tire a vontade e a força para continuar fazendo trabalhos em proveito dos povos oprimidos e classe trabalhadora, que é meu foco de trabalho” disse Carlos.

Para doações, a chave pix do cineasta é: carlospronzatodoc@gmail.com

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